Páginas

terça-feira, 17 de agosto de 2010

enterrado

Falar de amor para mim, é imaginar,tentar entender,desenhar algo que nunca ví. Às vezes sinto algumas coisas que livros dizem ser amor, e daí um tempo descubro que não passou de paixão ou enganação. Falar de paixão é clichê na minha vida, já vi, já senti,já toquei, e já perdi. Sei descreve-lo e posso até arriscar dizer que o conheço bem. Engação também é fácil, já enganei e já fui enganada. Não me orgulho de ter enganado mas no momento parecia cômodo e por também já ter sido enganada sei que isso é fatal só pelo fato de existirmos e estarmos a mercê das belezas e das calamidades do mundo.   Enfim, falar de algo que conheço e sinto é fácil. Porém sobre o amor, esse eu já não vou mais falar, até que eu acredite que ele pelo menos existe. Tudo que sei sobre ele é que ele muda, é inconstante, deixa lágrimas e sorrisos simultaneamente e o pior não nos responde nada, só trás mais perguntas.

Até que uma exceção apareça o amor vai continuar a ser assim, uma incógnita curiosa.

Nenhum comentário: