Chegou a hora. A hora de '' jogar a merda no ventilador'' . Eu já não sou uma moça ingênua, e nem me tornei uma grande mulher. A estrada é longa. Eu ainda vou cair e levantar tanto, e mesmo sendo desanimador eu sei que vou conseguir superar qualquer tipo de obstáculo seja com a força ou com o tempo.
Meus amores, ah paixões, minha fantasia temporária,como eu ADORO vocês, me encanta como uma pessoa pode se prender a outra, se sentir acorrentado, amarrado. É até engraçado esse meu olhar sobre os relacionamentos. No meu mundo, príncipes foram extintos, qualquer um vai me machucar assim como vou feri-lo, agora ou mais tarde.
Amizades? Isso sim que é lição, na amizade aprendi a me doar, a ser menos egoísta e mesmo assim sempre me por em primeiro lugar. Para mim, todo mundo tem que aceitar o outro como é, e o ditado '' os incomodados que se retirem'' foi para mim. Porque quando me afasto de uma amizade, é porque ela está me incomodando, e não são os amigos que mudam, são os meus princípios, o que eu quero seguir.
E na essência da vida, nada mais importa do que eu.. Do que eu sou e eu quero ser. Não importa que eu tenha que me ferir, se é sonho meu eu vou atrás. E se eu chegar lá e desistir, eu me dou o direito de voltar atrás. Porque cada lágrima é uma vitória agora ou amanhã.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Renovar.
Eu tinha uma enorme dificuldade em desapegar, seja de alguém ou de algo. Para mim, o que eu conquistei, fácil ou não era meu, e deveria ser sempre assim. Não era egoísmo, era só insegurança de ficar sem nada. Eu sei que aos olhos externos isto é ridículo, mas parecia certo para mim.
Mas aí, um dia, eu percebi que o que eu mais protegia era o primeiro a deixar de ser meu. E o que eu deixava a mercê de ir ou não ficava por mais tempo. Mas das duas formas, partiam. Aprendi de uma forma um pouco dolorosa a desapegar, a olhar nos olhos e não ter vontade de possui-los, a tocar sem querer agarrar, a ter sabendo que poderei perder. Geralmente eu me sentia incompleta depois de perder, como se eu não fosse conquistar nada melhor, como se fosse um pedaço de mim perdido.E hoje, eu já sei que tudo pode ser substituído. Que a vida baseia-se nisso de renovar sempre. Seja com coisas, pessoas, e principalmente sentimentos.
Mas aí, um dia, eu percebi que o que eu mais protegia era o primeiro a deixar de ser meu. E o que eu deixava a mercê de ir ou não ficava por mais tempo. Mas das duas formas, partiam. Aprendi de uma forma um pouco dolorosa a desapegar, a olhar nos olhos e não ter vontade de possui-los, a tocar sem querer agarrar, a ter sabendo que poderei perder. Geralmente eu me sentia incompleta depois de perder, como se eu não fosse conquistar nada melhor, como se fosse um pedaço de mim perdido.E hoje, eu já sei que tudo pode ser substituído. Que a vida baseia-se nisso de renovar sempre. Seja com coisas, pessoas, e principalmente sentimentos.
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