Alguns destinos se encontram em momentos errados, trilham a mesma estrada sem estarem em total sintonia. Pessoas convivem mesmo pensando diferentes, idéias são discutidas por pontos de vista opostos...
Ele chegou sem propor qualquer outra alternativa,era aquilo e ponto. Ela demorou a entender isso. Quando entendeu, preferiu uma ultima tentativa: ‘ olhe, olhe nos meus olhos, e olhando para eles diga de novo ‘.. Para o seu descontrole interno ele repetiu, sem nenhum esforço de novo a decisão dele. Ela sabia que a culpa pelas palavras dolorosas era dela e de seus jogos imaturos. Na visão dele, ela não o ama, nunca o amou, só amava a idéia de ter o que eles tem ou tinham. Na visão dela ele estava lutando contra algo impossível o sentimento. Mas havia algo em ambos que podem negar mais que está explicito, nenhum quer ir embora por mais que tenha motivos e os dois sabem que essa historia não está para acabar. Depois de uma despedida dolorosa ele foi embora. Ela sabia que estava deixando escorrer pelas suas mãos o seu próprio bem. Ela sabia que o estava deixando livre para voar agora, e não poderia reclamar disto e isso machuca muito. Mas ela prometeu para si mesma que a porta estará aberta, ele poderá voar por todo o mar e ainda assim voltar.
Eles são o de novo para sempre, são o que não adianta negar. E não tente dizer que ele e ela já não estão juntos, porque ainda estão e continuaram estando.Que o tempo seja devagar para amadurecê-los e tornar as coisas ainda mais claras e seja rápido ao ponto de não apagar as lembranças da memória e a paixão do olhar.
Um comentário:
Mas ás vezes quando deixamos algo que prendemos por uma garantia do futuro (incertezas,indecisões, medo de se entregar) esse "pássaro" não volta, este "pássaro" se machuca tanto que sua única opção é a motivação de ganhar novas asas e conhecer mais novos ambientes, e conheceu.E só resta á esperança dele voltar,esperança..Ainda bem que é a última que morre.As pessoas tem belas oportunidades nas mãos e as desperdiçam facilmente sem se interessar pelos sentimentos dos outros, Carol Caixeta.
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